<![CDATA[Confecções Vape - BLOG]]>Sat, 09 May 2026 02:52:18 -0300Weebly<![CDATA[COMO 7 PERGUNTAS TROUXERAM 550 MIL PESSOAS PARA UM LANÇAMENTO DE COLEÇÃO!]]>Mon, 27 Mar 2017 11:04:16 GMThttp://vape.com.br/blog/como-7-perguntas-trouxeram-550-mil-pessoas-para-um-lancamento-de-colecaoMuita gente nos pergunta o que fizemos de diferente ao longo desses 10 intensos anos de Reserva… Nós EXECUTAMOS, sem exceção, todos os nossos sonhos/ideias sem medo do que os outros iriam pensar caso errássemos. O prazer para nós sempre esteve muito mais neste processo de acerto e erro do que na vaidade/necessidade de aceitação pública e mercadológica.
A moda nacional não está em crise por causa da Dilma ou do Temer, ela está em crise porque se embebedou de vaidade e a ressaca a impede de levantar, sacudir a poeira e colocar novas ideias de pé.
No último dia 17.03, após 4 anos de hiato, retornamos ao SPFW e acredito que tenhamos deixado boas e novas idéias para refletir sobre como a moda poderia, com muito pouco dinheiro investido, resgatar o desejo das pessoas em acompanhar as semanas de moda.
Este artigo pretende não apenas detalhar nossa estratégia de retorno ao evento, mas, principalmente, usá-la como exemplo de que as soluções mais inovadoras não são necessariamente as mais complexas e sim aquelas que resolvem problemas que normalmente já compreendemos, mas ainda não possuem solução. E isto serve não apenas para o mercado da moda, mas para todos os outros.
Vamos lá…
Por 7 anos desfilamos tanto no Fashion Rio como no São Paulo Fashion Week. Por 7 anos tentamos quebrar uma lógica de mercado com a qual não nos identificávamos: a lógica de lançamentos de coleções em semanas de moda muito mais focadas nas críticas do que nos consumidores, tanto criativamente como comercialmente. Desfiles feitos 6 meses antes da chegada das coleções nas lojas com peças que nunca chegariam as prateleiras, desenhadas apenas para receberem boas críticas.
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Desfile “Família é o novo cool!”, de Verão 2012. Uma trupe de teatro encenou, e não desfilou, a diversa e politicamente incorreta família brasileira contemporânea.
Há 4 anos resolvemos parar de desfilar porque sentíamos que gastávamos tempo e dinheiro à toa. Os reais consumidores cada vez mais perdiam interesse nas passarelas.
Desfile de Inverno 2014. “Moda,Foque!” no qual nos despedimos das passarelas com uma crítica as roupas fantasiosas que eram desfiladas nas semanas de moda.
Nesses 4 anos o mundo mudou muito. As crises brasileira e internacional forçaram uma aproximação da moda com a sociedade. E um exercício criativo menos exclusivista e mais democrático virou regra. Além disso, a distância entre a apresentação na passarela e a chegada na arara diminuiu de 180 para 0 dias. Desfile e vendas acontecendo simultaneamente.
Resolvemos voltar ao SPFW porque é esta a lógica com a qual nos identificamos. Sem nenhum julgamento de valor a lógica anterior. Nosso tesão é fazer as coisas para e com aqueles que mais vibram com a nossa marca: nossos consumidores.
Resolvemos fazer do formato de apresentação o próprio tema do desfile e através dele propor ao mercado uma nova maneira de pensar e produzir eventos de moda.
A lógica do desfile poderia ser explicada num simples ping-pong de questionamentos que sempre nos fizemos:
1. Para que uma passarela longa e distante das pessoas?
Acreditamos que nenhuma parede pode separar as pessoas:  jornalistas, parceiros e consumidores.
Somos todos iguais, e, por isso, derrubamos a passarela. Decidimos montar uma festa na qual todos estariam misturados.
2. Para que modelos andando a metros de distância dos olhos se as pessoas querem tocar e ver de perto o produto?
Nossos modelos são amigos da marca. Em vez de desfilarem em uma passarela óbvia e clara eles ficaram em pé e acessíveis a todos, assim como os convidados(as)… Eles não só vestiram como explicaram as roupas no tete-a-tete. Ah! Óbvio, também tiraram muitas selfies com nossos convidados(as).
3. Para que uma trilha musical se não podemos dançar?
Antes nós gastávamos uma fortuna para fazer uma trilha incrível para os nossos shows e as pessoas no máximo balançavam suas cabeças e repetiam refrões. Resolvemos mudar isto.
A nova e incrível banda de Jazz carioca MeA Brass Band soltou o som ao vivo para o nosso get together.
4. Porque convidaríamos amigos para o nosso show e não serviríamos bebidas para eles?
Nunca fizemos amigos bebendo leite. Em casa recebemos com bons drinks!
As pessoas pegavam um drink, curtiam um jazz e circulavam dentre modelos observando a coleção.
Muitos de nossos estilistas inclusive explicaram a coleção sentados no bar com colegas jornalistas.
5. Para que gastar fortuna imprimido um convite refinado se podemos utilizar sobra de papel e imprimir nele, em vez de um convite, a caridade?
Através do nosso projeto Reserva 1p5p, usamos o dinheiro para doar refeições em nome dos convidados.
6. Sempre tivemos muito mais convidados do que convites para distribuir.
Por isso, desta vez a nossa festa foi transmitida ao vivo em todos os nossos canais de comunicação como lojas e mídias sociais. Cobertura ao vivo foi comandada pelo amigo genial Caio Fischer.
Além disso, com o objetivo de fazer deste o maior desfile da história em quantidade de espectadores, montamos um pré-cadastro para assistir ao show ao vivo na internet. Pré-cadastro com direito a desconto nas compras da coleção para quem divulgasse o show nas mídias sociais.
7. Para que apresentar uma coleção incrível para seus clientes se ela só chegará nas lojas 6 meses depois?
Nós começamos a vender a coleção no nosso site (www.usereserva.com) no momento em que o desfile começou e em todas as lojas físicas da marca no dia seguinte do desfile.
Além disso, instalamos dentro da própria bienal dois terminais touchscreen onde nossos times vendiam as peças da coleção que ali estava sendo apresentada.
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<![CDATA[Pequena história das roupas listradas]]>Mon, 20 Feb 2017 13:46:27 GMThttp://vape.com.br/blog/pequena-historia-das-roupas-listradasListras, listrinhas e listrões. Elas estão em todos os lugares. Nos códigos de barras, nas faixas de pedestres, nas zebras, e é claro, nas roupas! As roupas listradas governam a moda há a aproximadamente 150 anos, mas nem sempre elas foram tão inocentes.
Listras infratoras
A sociedade eclesiástica reprovava tudo aquilo que confundia a visão, por suscitar a imoralidade: e as listras, especialmente aquelas que alternavam cores vivas (vermelho ou amarelo), entravam na lista negra da Igreja.
Portanto, nas épocas medievais, as roupas listradas eram usadas apenas por prisioneiros, prostitutas, carrascos e condenados – pessoas não muito gratas na sociedade da época. As listras eram um marcador de traição, rebeldia e crueldade. Aliás, até hoje o traje listrado do prisioneiro povoa o imaginário popular.
De bandidas a mocinhas
Por volta dos séculos XVI a XVIII as listras começaram a ascender: deixaram de ser ofensivas para tornarem-se aristocráticas. Pouco a pouco, as roupas listradas foram conquistando seu espaço: verticais para a aristocracia e horizontais para a serventia.
Foi em 1849 que a rainha Victoria vestiu seu filho, Albert Edward, com um terno de marinheiro, listrado. Desde então, a popularidade das listras nunca mais se deteve.
La France
A França, que sempre aparece na história da moda, não poderia ter ficado de fora em se tratando das roupas listradas. Foram os marinheiros franceses que, em meados do século XIX, vestiam uma camisa azul e branca com listras que simbolizavam as vitórias de Napoleão. Esta camisa tornou-se o uniforme de toda a marinha francesa e passou a ser chamada de “camisa bretã”.
Ela, Chanel
Ainda na França, Chanel, inspirada nos marinheiros que usavam a camisa bretã, lançou uma coleção náutica, que usava e abusava das listras. Essa coleção foi vendida em sua loja, lá pelo ano 1917 e veio a calhar com o momento: os europeus começavam a descobrir os prazeres do banho de mar, inclusive por recomendação médica. Os trajes de banho a princípio eram brancos, mas como estes ficavam transparentes quando molhados, foram as roupas de banho listradas que caíram no gosto popular.
Diga-se de passagem que Chanel sempre esteve na vanguarda da moda, quebrando padrões e paradigmas: Na época do lançamento dessa coleção, a moda era repleta de corpetes, e a camisa bretã era um símbolo da classe operária.
As famosas camisas listradas
Daí em diante, as roupas listradas não saíram mais da moda, especialmente a tal camisa bretão, mais conhecida como camisa listrada. Pablo Picasso e Andy Warhol fizeram dela sua identidade, e Marilyn Monroe, Brigitte Bardot e Audrey Hepburn arrasaram em suas listras. Na música, Mick Jagger e Kurt Cobain fizeram muito bom uso da sua camisa bretã.
Já no cinema, Marlon Brando estreou a camisa listrada no filme “The Wild One”, onde representava um indivíduo perigoso – as listras, apesar de já aceitas pela sociedade, sempre conservam um quê de rebeldia, lembranças das suas épocas proibidas.
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<![CDATA[Tendências para o inverno]]>Mon, 20 Feb 2017 13:35:45 GMThttp://vape.com.br/blog/tendencias-para-o-invernoDas passarelas para a vida real, o New York Fashion Week está a todo vapor mostrando os melhores trends para o Inverno 2017. Conseguimos identificar alguns detalhes interessantes que com certeza vão direto para os guarda-roupas. O street style sempre esteve muito presente e ainda continua sendo a maior influencia das passarelas.
Mesmo sabendo que o verão ainda não nos abandonou, já pensamos no inverno para garantir as melhores tendências antes que se esgote tudo. Então fica de olho nas dicas e vai investido no seu look de inverno.
Utilitarismo
Veludo
Cores Claras
Tecidos Fluidos
Jeans Versáteis
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